Eduardo Monteiro captura o mesmo peixe em dois dias seguidos de pesca esportiva

Apresentador do Pura Pesca impressiona com captura consecutiva e reforça a importância do pesque e solte.

Por Marcelo Telles - 04/04/2025 em Notícias / Meio Ambiente

No Rio Tupana, no Amazonas, Eduardo Monteiro, pescador e apresentador do programa Pura Pesca da Fish TV, protagonizou um episódio surpreendente que vem despertando a atenção dos amantes da pesca esportiva.


Em uma demonstração inusitada de habilidade e respeito à natureza, Edu Monteiro capturou o mesmo peixe em dois dias consecutivos!


Segundo o próprio apresentador, enquanto pescava em um lago próximo ao rio, ele encontrou um exemplar com uma característica marcante: a “cara enferrujada”. Após a primeira captura, o peixe foi liberado seguindo a prática do pesque e solte.


No dia seguinte, retornando ao mesmo local e à mesma galhada, Edu se deparou com uma situação que muitos julgariam improvável. Ao lançar a linha, o peixe – com a mesma aparência já reconhecida – foi fisgado novamente.


“Eu não acreditava que o peixe pegaria em dias seguidos. Já havia pegado peixes em casos parecidos, mas dias depois… Nunca esperava essa coincidência em dias consecutivos”, afirmou o apresentador, enfatizando que a experiência reforça a credibilidade e os benefícios do pesque e solte.


Foto: Arquivo Pessoal / Eduardo Monteiro.

Além de ser um exemplo marcante para os praticantes da pesca esportiva, esse episódio ressalta o valor da sustentabilidade.


Ao adotar a prática do pesque e solte, o pescador permite que o exemplar retorne ao ambiente, cresça e desempenhe seu papel na manutenção do equilíbrio ecológico. Afinal, nenhum pescador vai conseguir pegar um peixe de 60cm se matar o exemplar quando ele estiver com 30cm. Parece óbvio, mas é preciso ser dito e repetido!


Foto: Arquivo Pessoal / Eduardo Monteiro.

Estudos comprovam que a pesca esportiva, quando realizada de maneira consciente e regulamentada, protege os estoques pesqueiros e promove a regeneração dos ambientes aquáticos. Essa técnica assegura a continuidade da biodiversidade, impulsionando a sustentabilidade econômica e a preservação dos recursos naturais.


Afinal, permitir que um peixe se desenvolva é investir na perpetuação da vida e no equilíbrio da natureza.



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